apita a fábrica
pássaros voam assustados
relutante, o sol nasce
e eterno, lá fica

pro-lixo segue o tempo
sem vento
sem canto e sem poesia...

3 comentários:

Carol Rosa disse...

quanto tempo no lixo

Geovani disse...

e quanto lixo no vento!

Jorge Silva disse...

joga o apito no lixo
que o tempo vira rabixo

e leremos livros feito
lêmures livres no Louvre